sábado, 26 de abril de 2008

Repressão ou Liberdade

No passado dia 25 de Abril, comemorou-se mais um ano de liberdade de expressão, repressão e de idealismo.
Olhando para o antes e depois “ dias que correm” visualizam-se diferenças abismais em que em alguns casos se pode e se deve afirmar excessivos, levando os mais velhos a mencionar o nome do velho senhor ou então a relembrar seus tempos de juventude onde tais actos eram à nascença reprimidos.
Mas uma questão se coloca, será por o país ter mudando tanto, ser tão liberal, que os nossos jovens não se dão ao respeito, mas acima de tudo, não respeitam o próximo, já diz a velha máxima, “ se queres ser respeitado dá-te ao respeito”.
De facto o 25 de Abril veio colocar fim a muitos actos bárbaros, dar assas a quem não as tinha ou apenas estavam reprimidas, mas também veio abrir portas a novos confrontos, ideais, a novos horizontes e formas de governar.
Abriram-se portas à imigração descontrolada, e até acolhendo que nos combateu, o que nos dias de hoje se reflecte um pouco na sociabilidade do dia a dia, não por quem se teve que fazer à vida e cá ficou, mas sim pelos descendentes, onde muitos eram e são deixados em casa sem controlo nem disciplina, transformando-se em fontes de indisciplina.
Mas neste facto também se começa a demonstrar cada vez mais na sociedade, os pais são obrigados a deixar os filhos em creches ou com familiares que não têm respeito por si mesmos, não podendo assim enctilo ás crianças, para poderem ir trabalhar, preparar um futuro de repouso , o que não sabem se terão, mas vão à luto.
Quando somos vítimas de certos abusos em que não os solicitamos, o que nos vêm logo à cabeça o quanto respeitadores era-mos e tínhamos pelo próximo, mas também à quem se recorde do tal senhor que o povo tanto criticou e bem recentemente numa votação para o melhor português de sempre , o nomeou com esse titulo colocando-o como um herói para a nação, Dtr António Oliveira Salazar.
Mas nem tudo foi mau, mas também nem tudo será bom nos dias que correm, como diz o provérbio, “tudo que é demais enjoa”, por isso à que colocar um pouco de ordem num país que está a ficar sem rumo, sem disciplina, sem confiança, onde o povo anda desunido, mas onde Zeca Afonso mencionou numa das suas musicas, que o povo unido, jamais será vencido. Mas cada vez se visualiza essa demonstração, mas sim a de uma selva sem o seu rei.
Teremos que reeducar os nossos filhos, mudar de idealismos, fazendo ver aos mais jovens que terão que ser eles a comandarem o destino do país.

Vítor Araújo

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