Um grupo de cientistas da organização não governamental Diversitas International afirma que a biodiversidade deverá ser protegida, de forma a evitar o aparecimento de doenças graves que afectam a humanidade. A SIDA, o vírus do ébola ou gripe das aves, são apenas alguns exemplos apontados pelos especialistas como doenças cujo alastramento pode ser evitado através de uma aposta na biodiversidade. Segundo os mesmos cientistas, a degradação das florestas e da fauna, que incluem a desflorestação na floresta Amazónica até partes remotas do continente africano Selvagem, é que torna os seres humanos mais expostos a novas doenças, uma vez que aqueladiversidade funciona como barreira aos organismos e agentes causadores de doenças nos humanos. Estes cientistas concluem que "evitar o surgimento de doenças através da conservação da biodiversidade é, de longe, mais eficiente do ponto de vista económico do que desenvolver as vacinasque as vão combater no futuro". Para vincar esta ideia, os mesmos explicam que o combate à pneumonia atípica, que surgiu na Ásia, custou um total de 50 mil milhões de dólares aos Governos, tendo a epidemia causando 800 mortos. Para além das doenças já conhecidas, há uma série de "novas doenças que estão a causar uma autêntica crise ao nível da saúde pública", referiuum responsável do Wildlife Trust. Estes cientistas deixaram um apelo aos Governos para que definam políticas de forma a proteger a biodiversidade. Sendo que as medidas aconselhadas passam por uma regulamentação mais apertada para o comércio, agricultura e viagens, de forma a reduzir o risco de transmissão de doenças entre animais e humanos.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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